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Delegado anuncia prisão de dois suspeitos pela morte de professor da Uern

A Polícia Civil anunciou, nesta terça (10), o desfecho da investigação sobre a morte do professor universitário Carlos Magno Viana Fonseca, encontrado morto no dia 21 de novembro de 2011, em Doutor Severiano. Ele foi morto com um tiro na cabeça e depois teve o corpo carbonizado (veja abaixo foto do carro queimado, onde ele estava).
O delegado responsável pela investigação anunciou a prisão de duas pessoas, mas não revelou os detalhes. Uma entrevista coletiva deverá acontecer em Mossoró durante os próximos dias para que sejam feitos todos os esclarecimentos sobre o caso. A maior dúvida, no momento, é o que teria motivado o crime, que chocou os norte-rio-grandenses pela violência empregada.
Por meio de sua conta pessoal no twitter, rede social pela internet, o delegado regional de Pau dos Ferros, Inácio Rodrigues de Lima, anunciou o fim da investigação que já durava sete meses. O trabalho contou com a utilização de escutas telefônicas que resultaram no cumprimento de mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos e também de prisão.
O delegado informou que duas pessoas foram presas, sendo uma delas no estado de Goiás. Os nomes dos presos, no entanto, não foram divulgados. “Detalhes da investigação e apresentação dos presos ocorrerá na Divipoe (Divisão de Polícia do Oeste) em Mossoró, em data a ser definida”, disse em uma postagem, referindo-se a uma entrevista coletiva que ainda será realizada.

RELEMBRANDO O CRIME

O professor Carlos Magno foi encontrado morto, queimado dentro de um carro, no dia 21 de novembro de 2011, na cidade de Doutor Severiano, distante 174 km de Mossoró e 20 de Pau dos Ferros, onde foi realizada a investigação. Carlos era professor do curso de Letras do campus de Pau dos Ferros da Uern e estava concluindo seu doutorado em linguística, na Universidade Federal do Ceará

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