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Em Olinda, candidata do Enem morre minutos após chegar ao local de prova!

SÁBADO (8) - RECIFE (PE) - Colégio Santa Emília, onde candidata do Enem passou mal e morreu antes de começar a prova (Foto: Anna Tiago / G1)Uma mulher de 32 anos que faria o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) morreu no local de prova, neste sábado (8), em Olinda. Ela estava acompanhada do sobrinho e passou mal poucos minutos após entrar no Colégio Santa Emília, no bairro de Jardim Atlântico. Os seguranças do prédio ainda acionaram o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que chegou ao local em dez minutos e realizou os primeiros socorros, mas a candidata não resistiu.

Como o colégio possui duas unidades no mesmo bairro, inicialmente a mulher teria se dirigido ao prédio errado. Ao perceber que se enganou, saiu correndo e acabou desmaiando no portão do local onde, de fato, iria fazer a prova. Funcionários do colégio ainda a ajudaram a retomar os sentidos, mas não tiveram sucesso. A mulher era comerciante e morava no bairro de Águas Compridas, também em Olinda. De acordo com o marido, ela teve um AVC hemorrágico.
“Ela estava correndo e, assim que entrou, passou mal, no portão da escola. O Samu ainda atendeu, mas ela não resistiu. Foi muito triste”, disse a comerciante Rosane Nunes, que trabalhava em frente ao colégio no momento do ocorrido.
Segundo testemunhas, o sobrinho da mulher ficou em estado de choque. As provas no Colégio Santa Emília foram aplicadas normalmente. O corpo da candidata de 32 anos foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, no bairro de Santo Amaro, região central da capital pernambucana.

Em nota, o Ministério da Educação lamentou a morte da candidata e se solidarizou com a família dela.

Leia abaixo a íntegra da nota:
O Ministério da Educação (MEC) lamenta profundamente a morte da participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 Edivania Florinda de Assis, ocorrida neste sábado, 8, em Olinda, no Colégio Santa Emília, onde faria as provas. Nesta oportunidade, o MEC se solidariza com a sua família.

G1

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