Pular para o conteúdo principal

Aécio Neves toma como base reportagem da revista Veja, para anunciar medidas judiciais contra o PT e Dilma Rousseff

aécio neves cpi petrobras revista veja
Aécio Neves anuncia ações judiciais contra o PT (Pragmatismo Político)
O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou que seu partido anunciará, hoje à tarde, todas as medidas judiciais cabíveis contra o PT e eventualmente contra a presidente Dilma Rousseff em razão de denúncia publicada na mídia no fim de semana sobre a CPI da Petrobras. “O PSDB definirá hoje e anunciará hoje à tarde, em Brasília, pela voz do nosso líder no Senado, todas as medidas judiciais cabíveis”, disse Aécio.
Segundo o presidenciável, o senador Aloysio Nunes, seu companheiro de chapa e líder do PSDB no Senado, irá a Brasília para discutir inclusive com os advogados do partido o que será feito. De acordo com a revista Veja, dirigentes da estatal de petróleo que compareceram a audiências da CPI recebiam previamente perguntas que seriam feitas pelos senadores. Com o caso, tucanos querem minimizar a denúncia formulada pelo PT contra Aécio pelo caso do aeroporto de Cláudio, em Minas.
Aécio classificou como “absolutamente graves” as denúncias de que o governo teria articulado uma ação no Congresso para tentar minimizar os efeitos da CPI no Senado.
O ministério das Relações Institucionais, comandado por Ricardo Berzoini e cujo assessor, Paulo Argenta, foi citado como um dos elaboradores das perguntas, negou a notícia. Argenta também disse que jamais preparou perguntas que seriam usados pelos parlamentares na investigação do Congresso.
“É algo absolutamente grave, porque foi, na verdade, montada uma farsa, e nós queremos saber até onde isso foi”, disse Aécio a jornalistas em São Paulo, depois de ter participado do 13° Congresso Brasileiro de Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira de Agronegócio (Abag).
A CPI da Petrobras no Senado foi criada com o objetivo, entre outras tarefas, de apurar denúncias de irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, quando a presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição, era presidente do Conselho da estatal.

Comentários